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Centro de Excelência do WFP lança publicação sobre alimentação escolar em São Tomé e Príncipe Centro de Excelência do WFP lança publicação sobre alimentação escolar em São Tomé e Príncipe

Centro de Excelência do WFP lança publicação sobre alimentação escolar em São Tomé e Príncipe

Na terça-feira, 22 de junho, um evento marcou o lançamento oficial do relatório da Análise de Custo-Benefício (CBA) do Programa Nacional de Alimentação e Saúde Escolar (PNASE) de São Tomé e Príncipe, elaborado pelo Centro de Excelência contra a Fome do WFP no Brasil em colaboração com o escritório do WFP em São Tomé e Príncipe, o Ministério da Educação e do Ensino Superior e a coordenação do PNASE. Participaram do evento presencial em São Tomé representantes dos Ministérios da Educação e Ensino Superior, Agricultura e Finanças do país, agências da ONU, parceiros de desenvolvimento e sociedade civil. Especialistas do Centro de Excelência participaram de forma remota, por meio de videoconferência.

O estudo de custo-benefício do PNASE é focado sobretudo na análise dos custos e potenciais benefícios trazidos pelo programa. A recomendação pela execução de uma análise deste tipo foi feita pelo exercício SABER, uma iniciativa para coleta e compartilhamento de dados sobre políticas educacionais e instituições para apoiar países no fortalecimento dos sistemas educacionais, de forma decentralizada, ainda em 2016. A análise é uma relevante ferramenta de advocacy em favor do Programa, que enfrenta desafios na garantia de financiamento, comum em diversas partes do mundo. “Ao demonstrar os altos retornos do investimento em alimentação escolar, a análise de custo-benefício fortalece a defesa dos investimentos no Programa, que repercute de forma positiva na vida futura dos beneficiários em termos de produtividade futura, saúde e redução de desigualdades”, disse Vinicius Limongi, especialista no Centro de Excelência do WFP.

Durante o evento, o Coordenador do PNASE e a representante do WFP em São Tomé e Príncipe ressaltaram os desafios e o impacto do programa, que fornece refeições quentes diárias para mais de 50 mil crianças no país. Em seguida, a ministra de Educação e Ensino Superior, Julieta Izidro Rodrigues, ressaltou a importância do apoio recebido pelo WFP para o desenvolvimento do Programa e a ambição do governo são-tomense de expandir cada vez mais a alimentação escolar.

“Com a participação determinante do governo, já somos capazes de oferecer refeições para alunos de pré-escola e para o ensino básico, garantindo que crianças tenham acesso a refeições saudáveis e energia para seu desenvolvimento e aprendizado. A análise de custo-benefício do PNASE é para nós uma representação de todo o esforço que temos feito desde 2012”, disse a ministra. “São Tomé e Príncipe vem contando com a ajuda essencial de parceiros de desenvolvimento e pretende continuar avançando para realizar o programa com seus próprios esforços, até atingir todos os alunos do país”, completou.

Vinicius Limongi, do Centro de Excelência do WFP, apresentou o relatório aos participante e fez um retrato amplo do PNASE, a metodologia utilizada, os principais resultados da análise e uma série de recomendações para o programa com base nos achados.  “O PNASE é um dos programas com desenho institucional mais avançados em todo o Sul Global. Lutar pelo financiamento e pela continuidade do programa é uma constante, mesmo em países com programas mais estabelecidos. Esse estudo vem apoiar esse advocacy por investimento e expansão do programa, destacando a enorme oportunidade de desenvolvimento social e econômico que ele representa para o país”, ressaltou Vinicius Limongi.

O relatório está disponível em português e contará, em breve, com tradução para o inglês.

Publicação: Experiências de Países: Quênia

O documento, desenvolvido em parceria com o WFP Quênia e com o Governo do Quênia, detalha a jornada do país no desenvolvimento do seu programa nacional de alimentação e o papel do Centro de Excelência nesse processo. A alimentação escolar vinculada à agricultura local é o principal programa escolar no Quênia e está em funcionamento 1980. Inicialmente, 240 mil crianças em escolas primárias e pré-primárias foram atendidas pelo programa em áreas áridas e semi-áridas. A introdução do Ensino Primário gratuito em janeiro de 2003 impulsionou as taxas de matrícula no país e, em 2007, a alimentação escolar atingiu mais de 1,2 milhão de crianças. O programa tornou-se, então, uma referência e já inspirou outros países em desenvolvimento, como a Namíbia e a Zâmbia.

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Publicação

Experiências de Países – Togo

A colaboração do Togo com o WFP CoE começou em 2014, quando uma delegação do país veio ao Brasil em uma Visita de Estudos, para aprender sobre a experiência brasileira em alimentação escolar com compras locais. Desde então, o WFP CoE tem se engajado continuamente com o WFP Togo e o governo do país, dedicado a estabelecer as bases legais e normativas que podem garantir a existência e orientar a implementação da alimentação escolar no Togo. Ao longo dos anos, o WFP CoE apoiou o desenvolvimento da Política Nacional de Alimentação Escolar e da Lei de Alimentação Escolar, mantendo um envolvimento e apoio consistentes ao governo do Togo e ao escritório do WFP no país.

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Coleção de Publicações

Coleção de Publicações Intercâmbios Virtuais

Aqui estão as últimas publicações produzidas pelo Centro de Excelência contra a Fome do WFP no Brasil. A lista inclui documentos sobre como os países estão respondendo à pandemia da Covid-19 para manter os programas de alimentação escolar em funcionamento, além de outras publicações, como Policy Briefs, Boas Práticas e manuais.

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Publicação

Apoiando o Desenvolvimento e a Implementação de Iniciativas de Mobilização de Recursos: Gâmbia

Um novo documento publicado pelo Centro de Excelência contra a Fome do WFP no Brasil descreve um case de sucesso na preparação de uma proposta de projeto, desde a chamada inicial até a aprovação final de um aporte de US $ 16 milhões. O processo foi iniciado pelo escritório do WFP no Gâmbia em março de 2019, quando foi lançado o Programa Global de Agricultura e Segurança Alimentar (GAFSP, na sigla em inglês), um fundo global financiado pelo G20 e administrado pelo Banco Mundial. A chamada do GAFSP visava fornecer recursos para ampliar a assistência em segurança agrícola, alimentar e nutricional em países frágeis e afetados por conflitos.

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Publicação

Implementando o Programa Nacional de Alimentação Escolar no Brasil durante a pandemia do COVID-19

Com a suspensão do calendário escolar devido à pandemia da COVID-19, o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) decidiu distribuir os alimentos adquiridos para o programa aos pais e responsáveis ​​pelas crianças na forma de cestas de alimentos – que o governo está chamando de “kits”. O WFP Centro de Excelência contra a Fome Brasil criou um documento que resume as principais recomendações para que nutricionistas e gerentes de alimentação escolar organizem a montagem e distribuição desses kits, conforme detalhado nas “Orientações para a execução do PNAE durante a situação de emergência decorrente da pandemia do coronavírus (COVID-19)”.

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Publicação

Alimentação escolar diante do COVID-19

Com o avanço do COVID-19 em todo o mundo, milhares de escolas foram fechadas e cerca de 368 milhões de crianças deixaram de ter acesso à alimentação escolar. A distribuição de alimentos nas escolas representava uma oferta estável e previsível de alimentos para as crianças, contribuindo para melhor nutrição e saúde, e para o desempenho acadêmico. Para assegurar a continuidade das iniciativas de alimentação escolar, diversos governos estão reformulando seus programas. As alterações incluem desde a revisão dos benefícios alocados por criança/família até a revisão das modalidades de distribuição para oferta de cestas ou transferência direta de renda.

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Publicação

School Feeding and Social Protection in Brazil with the COVID-19 Pandemic

Escolas públicas e privadas suspenderam aulas em todo o Brasil como parte das ações de prevenção do Covid-19. Isso significa que as quase 40 milhões de crianças e adolescentes matriculados na educação básica – e que também se beneficiam das refeições diárias da escola – não recebem mais esse serviço. A publicação apresenta as ações em andamento nos estados e municípios brasileiros para manter a distribuição da alimentação escolar durante a crise.

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Boas Práticas #2

Financiando Alimentação Escolar

O Centro de Excelência contra a Fome do Programa Mundial de Alimentos lança hoje a segunda publicação da Série Boas Práticas, trazendo exemplos de ferramentas de financiamento de Programas de Alimentação Escolar bem-sucedidos em diversos países e diferentes contextos.

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Boas Práticas #1

Alimentação Escolar nos Países de Língua Portuguesa

O Centro de Excelência contra a Fome lançou a primeira publicação da Série Boas Práticas, que traz exemplos de sucesso de programas de alimentação escolar realizados em países de língua portuguesa. O documento compila processos, leis e estratégias implementados em Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Brasil e Moçambique.

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